A F1 Melhorou Muito!

A maioria das pessoas não viam com bons olhos as mudanças técnicas no regulamento da Formula 1 devido ao grande aumento aerodinâmico dos carros. Acreditava-se que seria mais difíceis as ultrapassagens. Isso realmente aconteceu.

Por causa do “rebaixamento” da asa traseira, a asa móvel perdeu muito sua eficácia e as ultrapassagens diminuíram bastante se compararmos com os anos anteriores.

Mas como eu sempre digo, diminuiu a quantidade e aumentou a qualidade das ultrapassagens e dos duelos.

Até o ano passado, estavam acomodados e para não se arriscar muito, a grande maioria das ultrapassagens aconteciam apenas nos pontos de DRS. O piloto da frente não tinha reação e, portanto, as ultrapassagens e duelos eram bem sem graça.

Este ano, houve corridas que quase não teve ultrapassagens ou teve muito poucas, é verdade. Mas quem assiste as corridas precisa admitir que os duelos ficaram muito melhores. Os pilotos agora precisam mostrar o porquê estão na Formula 1. Precisam encontrar lugares para ultrapassar. As vezes ultrapassam onde menos se imagina. Ao mesmo tempo, o piloto da frente consegue se defender e assim torna a corrida muito mais interessante. O GP do México é um dos melhores exemplos até agora quanto a isso.

Assim, na minha opinião, mesmo com poucas ultrapassagens, a Formula 1 ficou muito mais interessante do jeito que está. No geral a qualidade das corridas melhorou bastante.

Portanto, a F1 melhorou muito, e torcemos para que as corridas continuem cada vez melhores!

Fonte: Super Danilo F1 Page

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A situação do Massa cada vez pior!

O pessoal que me acompanha talvez deva se lembrar que antes do início da temporada eu tinha expectativas muito positivas quanto ao Felipe Massa. No entanto, a temporada está terminando e a realidade foi totalmente diferente.

É verdade que o Massa sofreu várias quebras e toques esse ano, mas não sei se isso se justifica o Lance Stroll o ultrapassar no campeonato.

É doloroso para mim lembrar que ele perdeu uma vitória quase certa no GP do Azerbaijão devido a sua inseparável “falta de sorte”. Eu torço para o Felipe, mas a vida dele está ficando cada vez pior na Formula 1.

O Lance Stroll por causa de seu caminhão de dinheiro está com a vaga garantida para o ano que vem. Não só o dinheiro, mas agora ele está conquistando pontos importantes para equipe. Atualmente ele está a 4 pontos à frente.

Assim, não vejo com bons olhos o futuro do Massa na Formula 1. Acho que a permanência do Massa não seja mais tão vantajosa para a Williams.

Se nas duas próximas corridas ele não reagir, acho que dessa vez será fim de carreira em definitivo para o Massa. Candidatos para o substituir é o que não falta!

Fonte: Super Danilo F1 Page

GP México

A primeira edição do Grande Prêmio do México foi realizada em 1962 como uma prova não-oficial. O primeiro lugar foi compartilhado pela dupla da Lotus, Trevor Taylor e Jim Clark, com Jack Brabham em segundo e Innes Ireland em terceiro. Esse evento foi, infelizmente, marcado pela morte precoce do piloto mexicano Ricardo Rodríguez, de 20 anos, durante o primeiro treino livre. Um acidente causado por uma falha na suspensão tirava a vida do mais jovem piloto até então a largar da segunda fila (19 anos e 208 dias, Grande Prêmio da Itália de 1961), um recorde que só seria quebrado quase 55 anos depois, em 2016, na Bélgica, pelo jovem prodígio Max Verstappen. Como homenagem, o autódromo onde ocorreu a edição, antes chamado Magdalena Mixhuca, passou a se chamar Autódromo Ricardo Rodríguez.

O sucesso da corrida no México tornou o grande prêmio uma etapa oficial do calendário da Fórmula 1. Porém, entre 1971 e 1985, a prova não foi realizada devido a análises que apontavam alta periculosidade no autódromo. Em 1971, o irmão de Ricardo, Pedro Rodríguez, foi vítima de um acidente fatal aos 31 anos na Interseries, no circuito de Norisring, Alemanha. O mexicano foi atingido por Kurt Hild, lançado contra o muro e seu carro se incendiou. Dois anos depois, o palco dos eventos automobilísticos no México foi renomeado Autódromo Hermanos Rodríguez, em homenagem a Pedro e Ricardo.

A prova retornou à competição em 1986, com uma vitória de Gerhard Berger, Alain Prost em segundo e Ayrton Senna em terceiro. Nessa corrida, Senna foi o pole position. O brasileiro teve sua única vitória mexicana em 1989, no qual também foi pole, dividindo o pódio com Riccardo Patrese e Michele Alboreto. Senna é o único brasileiro até agora a vencer o Grande Prêmio do México.

Entre 1993 e 2014, devido a questões financeiras, a prova não foi realizada. Especulava-se sobre a construção de um autódromo em Cancún, e Bernie Ecclestone chegou a afirmar que ela voltaria em 2009, no entanto nada foi realizado. Apenas em 2011, impulsionada pelo bilionário mexicano Carlos Slim Domit (empresário de Sergio Pérez), a corrida no México voltou a ser cogitada para a Fórmula 1. Discussões ao longo de 2013 foram feitas até Ecclestone anunciar a volta em 2015 e uma renovação de 5 anos com o Autódromo Hermanos Rodríguez. Nico Rosberg venceu em 2015 e Lewis Hamilton em 2016, ambos da Mercedes.

A trágica história por trás do nome do autódromo contrasta com a atmosfera de festa que os torcedores criam para a prova. Construído no Parque Olímpico Magdalena Mixhuca, o Hermanos Rodríguez possui uma estrutura única, incluindo um estádio para os torcedores, e é o circuito mais alto da Fórmula 1 (2.229 m acima do nível do mar).

Agradecimentos Especiais pelo texto de Rebeca Pinheiro

Lance Stroll

Nascido em Montreal, segundo filho do bilionário magnata da moda, Lawrence Stroll e da estilista Claire-Anne Callens, Lance Stroll começou sua carreira aos 8 anos de idade.

Seu pai lhe havia presenteado com um kart em seu aniversário de 5 anos. Sua avó materna, Anne, que hoje é sua assessora de imprensa, já trabalhou com Ayrton Senna enquanto este estava na Williams.

Aos 11 anos, Lance foi inscrito no programa de preparação da Academia Ferrari. Em 2014, foi campeão da Fórmula 4 Italiana, em sua edição inaugural.

No mesmo ano, participou da Florida Winter Cup ao lado de jovens talentos, como Max Verstappen e Tatiana Calderón. Em 2015, ano em que trocou a Ferrari pelo programa de testes da Williams, foi campeão da Toyota Racing Series, mas enfrentou duras críticas por seu desempenho na Fórmula 3 Europeia. Nessa competição, Lance se envolveu em acidentes na Bélgica e na Itália e chegou a ser desclassificado da terceira corrida em Monza por “direção perigosa”. Rumores corriam de que o jovem só estava na competição por seu pai ter comprado a equipe Prema Powerteam, a mesma de Esteban Ocon quando este foi campeão em 2014. No ano seguinte, em sua segunda tentativa, Lance foi campeão com uma grande vantagem sobre o alemão Maximilian Günther, um de seus companheiros de equipe. Com isso, ele quebrou o recorde de mais jovem campeão da categoria.

Por meio da Williams, Stroll estreou na Formula 1 em 2017. Stroll conquistou seu espaço na Williams, muito pelo grande financiamento de seu pai. Por essa razão, sua permanência na F1 foi muito questionada.

Os resultados não apareciam e aos poucos ele foi se adaptando e da metade do campeonato em diante ele mostrou certa regularidade positiva, incluindo 1 pódio no GP do Azerbaidjão.

GP do México Confirmado

GP do México, 2015, Foto by Zwerg Nase

Mesmo com o terrível desastre natural, o terremoto de 7.1, no México, tudo indica que o GP do México no circuito Hermano Rodrigues, não será cancelado. O GP do México deverá ser mantido nas datas oficiais, de 27 a 29 de outubro.
“Ele foi completamente vistoriado e não houve danos no circuito”, disse o porta-voz do circuito para uma entrevista à revista Motorsport.
Lembrando também que o complexo não está sendo usado como abrigo para as vítimas do terremoto.

Fonte: Super Danilo F1 Page / Motorsport.com

Acidente da Largada de Singapura: Quem teve a culpa?

Verstappen foi claro ao dizer que a culpa foi toda do Vettel. Mas nem a direção de prova, nem Kimi e nem Alonso culpou alguém por isso. Para ele isso foi coisas de corrida.

Vettel apenas se explicou dizendo que estava defendendo a posição dele contra o Verstappen. Portanto, quem foi culpado?

Quando assisti os replays na corrida de ontem, confesso que a princípio eu achei que Verstappen havia forçado um pouco a barra. Depois também conclui que isso foi realmente coisa de corrida.

Mas analisando o Replay que assisti no Youtube, eu observei que Vettel foi quem forçou demais a barra. Ele realmente deu uma espremida em Verstappen e como o Kimi estava por ali também, acabaram todos se tocando.

Então o culpado foi Vettel? Não quero dizer que ele foi o único responsável pela batida. Talvez Verstappen tenha forçado um pouquinho. Todos contribuíram um pouco para o acidente, até mesmo o Kimi, mesmo sem querer querendo.

Mesmo que Vettel tenha sido o principal e grande responsável, com certeza ele não fez isso de propósito pensando em acabar com a corrida de seu colega e provocar o acidente, algo como o caso Cingapuragate. Portanto, coisas de corrida!

Obviamente o acidente poderia ter sido evitado, mas talvez esse incidente pareça um tanto anormal por causa das rígidas regras de conduta que a F1 adotou nos últimos tempos nas quais os pilotos mal podem se defender.

E você quem você acha que foi culpado? Ou não há culpados, não há álibis? Comentem e votem nossa enquete abaixo: =D

Quem foi culpado pelo acidente no GP de Singapura?
Vettel
Verstappen
Raikkonen
Rubinho
Luis Roberto e a Globo
Galvão Bueno e a Globo
Lula
Dilma
Michel Temer
Ninguém. Em nota todos os citados negam as acusações.

Alonso: Eu estava no lugar errado!

Alonso havia feito uma excelente largada ontem no GP de Singapura. Ele chegou a ficar em 3º antes da primeira curva quando recebeu a cassetada do incidente entre Verstappen, Vettel e Raikkonen o que o forçou a abandonar a corrida logo em seguida.

Na conferência pós-corrida, Alonso declarou:

– Minha largada foi brilhante e consegui ganhar várias posições. Eu estava em 3º mas depois disso estávamos no lugar errado e na hora errada. Eu não estava ciente de tudo o que estava acontecendo. Alguns carros bateram e fui atingido. Nessa situação você se torna apenas um passageiro.

Alonso tentou se conformar com a situação, dizendo:

– Essas coisas acontecem em corridas e, infelizmente aconteceu hoje. Com as condições de corrida, estávamos muito esperançosos e muito fortes, por isso a decepção é ainda maior… mas mesmo assim foi um fim de semana positivo e divertido.

Fonte: F1  / Super Danilo F1 page